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O FC Porto saiu derrotado na noite desta quarta-feira, na receção à Juventus por duas bolas a zero, em jogo a contar para a primeira mão, dos oitavos de final da Liga dos Campeões.

Já se sabia que a tarefa não ia ser fácil para os dragões, mais a mais porque nas três partidas anteriores entre as duas equipas, nunca o FC Porto tinha ganho. Mas tudo se complicou ainda mais ao minuto 27, quando Alex Telles vê o segundo cartão amarelo e recebe ordem de explusão.

Nuno Espírito Santo apresenta no onze inicial a inclusão de Rúben Neves, Brahimi e Herrera, deixando no banco de suplentes Corona, Diogo Jota e Óliver Torres. Dir-se-ia que não apresentava a melhor equipa de ataque? O jogo veio a confirmar um FC Porto à imagem daquele que se apresentou frente ao Sporting. A dar muito tempo de bola ao adversário, no fundo, a dar a iniciativa à “Velha Senhora”. Deu-se mal.

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Aos 17 minutos de jogo Gonzalo Higuain só não remata com muito perigo porque Marcano corta no momento decisivo e evita o perigo. Cinco minutos volvidos é a vez de Dybala rematar com muito perigo, na meia lua da área portista, com a bola a sair por cima.

A Juventus lentamente vai ganhando domínio territorial e aos 27 minutos ganha superioridade numérica. Segundo amarelo para Alex Telles e expulsão. Daqui para a frente o jogo é completamente dominado pela Juventus. Nuno Espírito Santo faz sair André Silva para entrar Miguel Laýun. Mas só aos 45 minutos é que cria verdadeiro perigo na baliza à guarda de Casillas, com um remate ao poste esquerdo da autoria de Dybala. O Porto recuou quanto foi obrigado pela Juventus até ao final da primeira parte. As instruções deveriam ser o balsamo para o milagre na segunda que nunca viria a acontecer.

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O segundo tempo confirmou o domínio da Juventus, aproveitando o facto de jogar com mais um elemento. Rúben Neves sai para da lugar a Corona, isto aos 59 minutos. Os homens da equipa italiana que estavam em campo, apesar do domínio não estavam a colocar em prática, ou seja, não estavam a marcar golos.

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O técnico da “velha senhora”, Massimiliano Allegri tira então dois coelhos da cartola. Coloca em jogo Pjaca e Dani Alves e em dois minutos resolve a partida. Aos 71 Pjaca faz o primeiro e um minuto depois, Dani Alves marca o segundo e mata o jogo.

A partida fica marcada pela expulsão de Alex Telles e também pelo critério desigual do árbitro da partida, o alemão Felix Brych, que não teve o mesmo critério quer na mostragem dos cartões, quer em assinalar certas faltas.

Que é missão quase impossível para o FC Porto passar a eliminatória, é verdade. Mas ainda faltam 90 minutos.

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