Sebastião Penas intitula-se “um político para o povo”

sebastião penas

Todos sabemos que cada vez mais nascem partidos novos e grupos anti-partidários, que começam numa ideia de um grupo de pessoas. Tem sido assim quer em Portugal, quer em vários países europeus.

Atento a este fenómeno, se assim se pode chamar, o Global News descobriu o autor de um grupo que tem no facebook a forma de se fazer ouvir pelo nome «Politicamente falando Cête e Paredes».

Chama-se Sebastião Penas e na entrevista que nos concedeu foi claro. “Faço parte de um grupo de cidadãos que se juntou e tem tido várias ações em Cête tais como a ArteCete e a campanha pão para todos, que é uma campanha de solidariedade”. E vai mais longe, afirmando que “em Cête, que é onde eu vivo, é um marasmo completo, uma desorganização completa. Numa freguesia que agora é Vila e que tem enormes potencialidades. Desde logo o ex-libris do ponto de vista histórico e arquitectónico que é o mosteiro de Cête. Estamos a falar de algo milenar, é o monumento mais importante do concelho de Paredes e um dos mais relevantes que consta na Rota do Românico. A área circunscrita ao mosteiro está completamente abandonada. E como é possível haver autarcas que vão lá, dizem que é tudo muito bonito, que devia ser requalificada e depois cai tudo no esquecimento. Isso revolta-me”.

Sebastião Penas tem também opinião acerca das políticas seguidas em Paredes. “Quando vemos que a maior parte dos investimentos que a Câmara Municipal de Paredes tem feito, são para as zonas de Lordelo, Rebordosa e Gandra isso desiquilibra completamente o concelho. E depois deixa todas as freguesias a sul praticamente ao abandono. E é exatamente nas freguesias a sul que se encontra a beleza paisagistica do concelho de Paredes. E portanto as políticas que têm sido desenvolvidas não vão no sentido de uniformizar o desenvolvimento do concelho”.

Mas Penas, que se intitula “um político para o povo” é também “mentor de petições que visam mostrar aos politicos locais a revolta do povo paredense contra, por exemplo, o brutal aumento do IMI, e contra as taxas de saneamento e água que em 2016 vão sofrer um aumento nunca antes visto. Sou ainda frontalmente contra a entrada de Paredes na área Metropolitana do Porto. Só vai prejudicar o progresso do concelho e os paredenses”, conclui.

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