Primeiro dia de Marés bem Vivas

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Entrar num festival como o MEO Marés Vivas, que começou timidamente nos anos 90 mas que ao longo dos anos (a primeira edição foi em 1999) foi ganhando importância no meio musical nacional e internacional, é entrar num espaço dançante, a todos os ritmos e para todos os gostos. O dia/noite de ontem – o primeiro – foi marcado pela qualidade da atuação de John Legend, pela festa musical de John Newman, já para não esquecer a armada nacional composta por Blind Zero, Richie Campbell.

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John Legend começou exatamente à meia noite com um recinto completamente lotado e pronto para usar toda a tecnologia e captar todos os movimentos do cantor norte-americano. E quem esperou não deu o tempo por perdido. Desde “Used to love”, passando por “Ordinary People” e “Save Room”, tudo musicas que deixaram em delírio uma multidão encantada. Sempre muito simpático e comunicativo com a assistência, John Legend canta “All of Me” e tudo se transforma por completo. Pontos brancos foram distribuidos no escuro, quais smartphones ambulantes a captar a sonoridade distribuida por um conjunto esfomeado por dar as melhores melodias. Seja “apenas” a cantar ou ao piano, Legend deu tudo de si sempre com um sorriso nos lábios. E a qualidade do som era tal, que mais parecia que estavamos à janela de casa, ouvindo o cd e levando com a brisa noturna. Foi bom? Não, foi muito bom!

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Mas o dia do palco principal arrancou com os Blind Zero, com cerca de 25 minutos de atraso. Em compensação ganharam como aliado o por do sol e com já muito público (jovem) a distribuir aplausos lá na frente, junto ao palco. A banda portuense largou todas as energias, passou os acordes por vários albuns e até tocou uma versão de Miley Cyrus e de Led Zeppelin. E o público aqueceu para ver John Newman.

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Quem estava à espera de festa, muita festa teve John Newman que suou de tanto cantar, saltar, pular… A multidão também não o deixou sozinho e lá foi cantando, por exemplo, “Love me again” com a banda. Muito espetaculo de luz a acompanhar, para aquecer os motores para o norte-americano que veio a seguir.

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A noite acabou com musica quente, com o português Richie Campbell a contagiar tudo e todos, mesmo às três da manhã. Mas quem lá esteve até essa hora não perdeu, só ganhou boa música.

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Para quem chegou cedo ao festival, o palco secundário tinha também boa música para servir. Pelas 18h00 entra em ação Diana Martinez & The Crib. Muita soul e funk boa de se ouvir, ainda com o sol a bater muito forte e com muito jovem a aplaudir. Depois das 19h00 foi a vez de Capicua entrar em cena. Com o seu som, conseguiu por toda a gente de braços no ar, exclamando “este é o local perfeito para as sereias e medusas”.

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Hoje são esperadas 30 mil pessoas que poderão ver Kika, Miguel Araújo, Buraka Som Sistema e o cabeça de cartaz Lenny Kravitz.

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