Marés Vivas – take 2

Estavamos a 15 de julho, a meio do Marés Vivas e ainda muito para ver e à espera de alguma surpresa. Ela aconteceu logo a abrir as hostilidades. Encontro marcado para o Palco Santa Casa às 17h30. Para quem? Plus Ultra.

MaresVivas2dia_0001
Plus Ultra

Muita expectativa já que esta banda é constituída por Gon (ex-vocalista dos Zen), Kino (Ornatos Violeta) e Azevedo (Mosh). A primeira música trazia o aviso, como que a dizerem que apesar do palco secundário, estavam ali para dar cartas e levantar a poeira. E assim foi. Debitando um rock poderoso, Gon é o artista de serviço, muito ao estilo passado (Zen) mas ainda com mais energia, completamente ligado à corrente. Acho até que deslocaram um bocadinho o palco. Banda a ter em atenção!

Os Jibóia foi a banda seguinte. A música que esta dupla debita consegue enraizar-se nas nossas mentes e corpos, qual chamamento para um culto muito oriental. Uma bateria e uma banca de sons compunham a dupla surpresa que nos estava a deixar hipnotizados.

Palco Principal

A tarde deveria ter um cabeça de cartaz, mas entendemos não escolher nenhum em concreto, já que todos arrebataram corações, palmas e gritos. Jimmy P foi o primeiro a entrar em palco, ainda o sol estava bem alto mas com uma onda de fãs fantástica! Depois de o ano passado ter estado no palco secundário, este ano podemos dizer que esteve à altura para estar no palco de todas as atenções.

Dengaz foi o senhor que se seguiu e também ele teve um grande público fiel às suas músicas, tão fiel que muitas foram cantadas em coro com a multidão. Foi bonito de se ver. Ainda teve a colaboração de António Zambujo em palco.

A receita foi igual tanto para James Bay como os Kodaline. Ambos tiveram um público atento e colaborante. James Bay teve a vantagem de ter vestido uma camisola do Futebol Clube do Porto, o que lhe valeu ainda mais palmas.

E para o fim estava reservada a maior “discoteca” da noite. Lost Frequencies, nome artístico do dj belga Felix de Laet, colocou toda a gente a dançar, tal foi a qualidade da escolha musical e o espetáculo no palco, com foguetes, serpentinas e alguma pirotecnia. Escolhas como os Daft Punk, ou vocais de James Brown foram dos melhores momentos da noite. Vivemos uma autêntica discoteca a céu aberto, junto ao rio Douro, numa paisagem magnífica!

Comentários

comentários

Powered by Facebook Comments