Habemus Papam!

Eram 18h06 quando o fumo branco começou a sair da chaminé da Capela Sistina. Estava eleito o novo Papa.

Annuntio vobis gaudium magnum. Habemus Papam“, foram as palavras proferidas pelo protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, aquando do anúncio oficial a partir da varanda da Basílica de S. Pedro, cerca de uma hora após ter saído fumo branco.

Jorge Mario Bergoglio, agora  Francisco I, nome que escolheu para dirigir a Igreja Católica, foi o primeiro Papa argentino a ser eleito pelo conclave.

“Parece que os Cardeais me foram buscar ao fim do mundo”, foram estas as primeiras palavras do Papa, antevendo já um sentido de humor apurado. Arcebispo de Buenos Aires e jesuíta, Francisco I, é conhecido como “ortodoxo” em questões dogmáticas mas flexível nas questões de ética sexual.

Antes da benção Urbi et Orbi, o novo chefe da Igreja Católica, fez  um apelo à oração pelo antecessor, Bento XVI, e convidou os fiéis a empreender um caminho de “fraternidade” e de “evangelização”. Pediu ainda à multidão um minuto de silêncio pedindo que rezassem por ele.

Mario Bergoglio é conhecido como um homem simples, modesto e com uma visão prática da pobreza, uma vez que, segundo o jornal britânico The Guardian, convenceu cerca de uma centena de argentinos a não viajarem para Roma.

Apesar de ter sido uma surpresa a escolha de Francisco I, uma vez que era dos mais velhos do colégio cardinalício ,  o chefe da Igreja Católica teria sido, já na eleição de Bento XVI um dos eleitos a Papa.

Ordenado padre a 13 de dezembro de 1969,o novo Papa sucede a Bento XVI e é agora o 266º (ducentésimo sexagésimo sexto)Papa da Igreja Católica a 13 de março de 2013, com um nome que remete transparência, proximidade e simplicidade.

 

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