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O FC Porto foi derrotado pelo Chaves na quarta eliminatória da Taça de Portugal, na marcação das grandes penalidades. Durante os 120 minutos de jogo, nenhuma das equipas foi capaz de marcar, o que remeteu o partida para os castigos máximos. Ai o Chaves foi mais feliz.

Ontem houve surpresa na Taça de Portugal. O Chaves recebeu e venceu o FC Porto nas grandes penalidades, por 3-2.  Guardião do Chaves António Filipe defendeu três penalidades.

O jogo nunca deixou de ser morno, mas só deu para um lado. O FC Porto esteve sempre em cima na partida, procurou sempre o golo e levou mesmo uma bola ao ferro, por intermédio de André André, ele que viria a ser uma das surpresas dos dragões, a par de José Sá, na baliza e Varela, na frente.

Na marcação das grandes penalidades, o FC Porto falhou. Layun, Depoitre e André silva viram os seus remates serem defendidos por António Filipe. José Sá defendeu apenas o remate de Braga.

Até aqui este está a ser um artigo sem casos, mas não foi isso que aconteceu. O árbitro da partida, João Capela, não assinalou duas grandes penalidades a favor do FC Porto e uma ao Chaves.

Mais uma vez os dragões podem queixar-se da arbitragem em não assinalar o castigo máximo. Mais grave que isso, numa dessas situações, o árbitro ainda por cima mostra a cartolina amarela a Otávio, por ter entendido que o jogador portista simulou a falta sofrida.

É certo que o FC Porto teve falta de eficácia no momento decisivo. Não conseguiu concretizar as oportunidades que criou. Mas não é menos verdade que as grandes penalidades por assinalar podiam ter ditado outro resultado.

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