“Eis o Homem” com participação de Adolfo Luxúria Canibal

“Eis o Homem”, de Marta Freitas, que sobe ao palco do Teatro Carlos Alberto (TeCA) esta quinta-feira, às 21h00, surge na sequência de Ecce Homo, a obra de Nietzsche, escrita no fim da sua vida, que resulta da urgência do filósofo em dizer quem realmente era.

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créditos: Paulo Cunha Martins

 

Marta Freitas, através da interpretação de José Eduardo Silva – que partilha a encenação com a dramaturga – e de Adolfo Luxúria Canibal, sonda os caminhos que escolhemos para a realização da nossa liberdade individual e coletiva

“A única diferença é que, ao contrário de Pilatos, não lavamos a nossas mãos de uma responsabilidade assumida em tentarmos tornar o mundo num lugar um bocadinho melhor”, refere Marta Freitas.

José Eduardo Silva evidencia o dilema de perante uma vida coletiva termos de inscrever a nossa história pessoal: “Move-nos a certeza de que apenas num acto de partilha (de que é exemplo o teatro), poderemos encontrar ou descobrir aquilo que realmente nos falta para podermos viver colectivamente melhor. Haverá verdadeiramente outra forma de encontrar a felicidade?”.

A coprodução do Teatro Nacional São João, Mundo Razoável, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Externato Delfim Ferreira e Bastidor Público, está em cena até 17 de janeiro.

Com os novos horários das récitas da programação do TNSJ, “Eis Homem” sobe ao palco do TeCA de quinta a sábado, às 21h00, na quarta-feira, às 19h00, e, como habitual, nos domingos, às 16h00. O preço dos bilhetes é de 10 euros, por pessoa.

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