Crónica: Portugal à Frente – O porquê do voto não ao PS

Partido-Socialista

O Povo Português tem sido demasiado tolerante com o partido socialista. Não se pode menosprezar as consequências do seu legado na governação. A administração pública deve ser, inserida num estado moderno, democrático e promotor apostando na revitalização da sociedade civil. Não pode ser uma administração pública, destinada a servir um estado centralizado e super-interveniente como defende o partido socialista.

Para que haja uma recuperação económica é necessária estabilidade e coerência governamental. É prioritária uma política deliberada à produção e ao investimento.

O equilíbrio orçamental é essencial no combate à inflação e à diminuição do desemprego, que não se alcança com políticas demagógicas como as apresentadas pelo PS, que continuam a não ser capazes de apresentar uma política económica coerente.

A tentativa frustrada de manipulação das massas, prometendo tudo o que alguns ilustres membros socialistas pensem ser popular, levaria a graves consequências negativas na vida colectiva dos portugueses no futuro. Como se pode comprovar pela campanha socialista, destacada por cartazes enganosos que apelam ao medo do desemprego.

O nervosismo e sinais iniciais de desespero começam a assolar o PS.

Como podem demonstrar que a coligação PSD/CDS prestará um mau serviço ao país, em tempos sem intervenção da Troika, se quando o fizeram com intervenção externa fizeram um bom trabalho enquanto os socialistas sem intervenção o fizeram o suficiente para o provocar?

Adelaide João da Costa

Política

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