Crónica: António Costa, um herói de curta duração

Portugal tem um novo herói, que como todos os heróis é exímio na comunicação e no encantamento das massas. Costa é um estratega na escolha das palavras de forma a criar reflexos condicionados nos portugueses. Apela a impulsos natos dos seres humanos, como o impulso alimentar, pois sem alimento não se vive, ou o impulso paternal voltado para a esperança e solidariedade.

Este discurso estratégico dá uma sensação de amparo ao povo, tentando assim iludir os portugueses. É uma tentativa de alterar a percepção social da realidade, proporcionando um cenário de promessa de melhoria de vida. Pretende-se assim a adesão do eleitorado.

No entanto nenhum tipo de marketing mesmo um com esta qualidade segura uma política enganadora, por mais que o candidato tenha criado uma personagem com um perfil impregnado de esperança.

Uma vacina ética corre nas veias do povo português, evitando engano das massas com promessas mirabolantes. A decisão de voto dependerá da viabilidade politica e económica, de projectos simples e objectivos que mudam o quotidiano dos Portugueses.

Adelaide João da Costa, política

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